A História da mutualidade

O livro “Origens do Mutualismo em Portugal”, da autoria de Joana Dias Pereira e Rui Henriques, aponta o compromisso da Confraria de Fungalvaz, fundada em 1176, no concelho de Torres Novas, como o testemunho mais antigo de entreajuda e solidariedade recíproca organizada de que há conhecimento. Os seus membros contribuíam para um fundo comum, que era usado para apoiar qualquer um deles em casos de doença, morte ou outras adversidades.

Entre os registos mais antigos surge também a Confraria de São João do Souto (Braga, 1186), constituída por diversas profissões e condições sociais, como alfaiates, correeiros, sapateiros, ourives, mercadores, escudeiros e clérigos, que tinha a seu cargo um hospital destinado aos pobres e uma albergaria.

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