O presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas (UMP), Luís Alberto Silva, reuniu, no dia 27 de abril, com representantes de quatro dos seis partidos com assento parlamentar (PSD, PS, BE e PCP), de modo a solicitar o alargamento, de dois para três, dos representantes das IPSS presentes na estrutura do Conselho Económico e Social (CES).
Em causa está o projeto de Lei nº 425/XIII, um documento que prevê a reestruturação da estrutura orgânica do CES. No decorrer destas reuniões com os diversos representantes do poder político, o presidente da UMP, Luís Alberto Silva, iniciou diligências com vista à defesa da presença comum dos três representantes das IPSS na estrutura do CES. A UMP pretende que o Setor Social tenha, de uma forma transversal, voz ativa no seio do organismo, de modo a que tanto a União das Mutualidades Portuguesas, como a CNIS e a União das Misericórdias Portuguesas tenham, de uma forma igualitária, presença institucional no seio do referido organismo e possam indicar os seus respetivos suplentes representativos. Luís Alberto Silva sublinhou a relevância da UMP como Associação Mutualista de grau superior, bem como o facto de a instituição representar o movimento mutualista português, com cerca de um milhão de associados e mais de 2,5 milhões de beneficiários.

“As Associações Mutualistas têm desenvolvido, ao longo dos anos, um trabalho de extrema relevância no Setor Social, em respeito de valores humanos e universais como a solidariedade, igualdade, independência e liberdade. Pela inquestionável dimensão social e por representar mais de dois milhões e meio de beneficiários em Portugal, é crucial que o movimento mutualista, pela voz da UMP, bem como todas as restantes entidades da Economia Social e Solidária, tenham uma representação ativa e efetiva na estrutura orgânica do CES”, referiu o presidente Luís Alberto Silva.
O presidente Luís Alberto Silva aproveitou também a ocasião para reforçar a importância da petição que deu entrada na Assembleia da República e que prevê o reconhecimento do dia 8 de julho como Dia Nacional do Mutualismo. Segundo o presidente da UMP, Luís Alberto Silva, o reconhecimento deste dia “dignifica e eleva o passado, o presente e o futuro do movimento mutualista português, que, com mais de sete séculos de história, continua jovem e vigoroso”.
Em plena Assembleia da República, onde o presidente da UMP reuniu com os quatro partidos, Luís Alberto Silva aproveitou para endereçar convites com vista à participação no XII Congresso Nacional do Mutualismo, que se realizará nos próximos dias 7 e 8 de julho, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.





