A União das Mutualidades Portuguesas, através do seu Presidente do Conselho de Administração, Luís Alberto Silva, integra a comissão nacional de acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), lançada esta quinta-feira, 20 de maio, no Centro Cultural de Belém, Lisboa, para monitorizar a execução dos fundos alocados à chamada “bazuca” europeia.
Esta estrutura, presidida pelo gestor e professor universitário António Costa Silva, reúne instituições e organismos económicos, académicos, ambientais, do setor social e do Poder Local, prevendo-se a constituição no seu seio de comissão especializadas.
O Primeiro Ministro, António Costa, que presidiu à sessão, disse que “a missão desta comissão de acompanhamento é ser exigente relativamente à execução deste plano, não se limitando a ter uma função passiva, mas, pelo contrário, sendo ativa na mobilização da sociedade”. “Queremos que faça críticas, dê sugestões e sinalize alertas, através de um acompanhamento permanente e exigente”, acrescentou.
Estão em causa recursos financeiros avultados, em média o dobro do que foram os melhores anos de execução de fundos comunitários desde a adesão de Portugal à CEE, que, segundo António Costa, torna necessária uma exigente monitorização da execução do PRR e representa uma “responsabilidade enorme” para o País.
O Presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva, que participou nesta sessão, considera que o PRR é uma “oportunidade soberana” para Portugal e, logicamente, para “modernizar e alavancar o País e Movimento Mutualista”, e assim “ganhar escala e aumentar a sua capacidade de resposta e intervenção na sociedade”.
É nessa perspetiva que a UMP dedicou a primeira edição de 2021 das Jornadas Mutualistas Regionais ao PRR, de forma a sensibilizar e capacitar as mutualidades para este desafio que disponibilizará mais de 830 milhões de euros especificamente ao setor social, nomeadamente para a criação de uma nova geração de respostas sociais e a requalificação e construção de novos equipamentos sociais.




