A União das Mutualidades Portuguesas, União das Misericórdias Portuguesas, Confecoop e CNIS emitiram um comunicado conjunto à imprensa, onde realçam o papel que o Setor Social e Solidário, em consonância com as autoridades públicas, em especial as da Saúde e Segurança Social, está a desenvolver no terreno no âmbito da proteção, tranquilização, ajuda e prestação de cuidados aos cidadãos, face à pandemia Covid-19, “mesmo que a situação exija que vão muito além das suas possibilidades”.
“Para isso colocamos ao serviço da comunidade os nossos hospitais, os nossos lares, as nossas unidades de cuidados continuados; mas também continuaremos a apoiar nas suas casas, quer os que já apoiávamos, quer os que a evolução da doença o venha recomendar. Sempre com preocupação, mas com a tranquila responsabilidade de que, mais do que cumprir um dever, estamos a servir as pessoas que precisam”, pode ler-se no comunicado.
Esta decisão enquadra-se no âmbito do combate à crise pandémica que já levou à declaração de estado de emergência em Portugal. “Sabemos que já é e vai continuar a ser, uma tarefa insana e difícil porque o inimigo é invisível e enorme a sua capacidade de penetração, sobretudo nos mais frágeis. E dos mais frágeis cuidaremos em primeiro lugar com o ânimo e conforto de quem sabe que todos juntos conseguiremos vencer”, afirmam.
Aquelas entidades sublinham que “a tradição de solidariedade e de apoio aos que mais necessitam na sociedade portuguesa encontra a sua expressão mais concreta nas Instituições de solidariedade social que, por si só, ou em estreita cooperação com o Estado, saem a terreno para ajudar e apoiar as pessoas; quer quotidianamente, quer, muito em especial, em momentos difíceis para Portugal e para os Portugueses”.




