A forma como se processará o recomeço gradual da atividade após o estado de emergência e a situação epidemiológica COVID-19 e os contornos da linha de financiamento às entidades da economia social estiveram em análise na Comissão Permanente do Setor Social e Solidário, que reuniu, por videoconferência, onde a UMP esteve representada pelo Presidente do Conselho de Administração, Luís Alberto Silva.,
Os representantes das Mutualidades, Misericórdias, IPSS e Cooperativas alertaram a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, para os vários constrangimentos que as instituições do setor social e solidário estão a sentir, ainda mais numa situação tão complexa e de emergência como a que atravessamos.
Ana Mendes Godinho abordou estas preocupações e outras, como a falta de equipamentos de proteção individual nas estruturas residenciais para idosos e os procedimentos a adotar no reinício das atividades das creches e do ensino Pré-Escolar.
Em análise estiveram, entre outras, matérias como as cantinas sociais que, com os efeitos da crise pandémica, voltarão a ter um papel importante no apoio às famílias mais vulneráveis.
Participaram na videoconferência a Ministra Ana Mendes Godinho, as Secretárias de Estado da Ação Social, Rita da Cunha Mendes, e da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, os representantes do Instituto da Segurança Social, da UMP, União das Misericórdias Portuguesas, CNIS, Confecoop e Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.




