Portugal entregou, esta quinta-feira (dia 22), à Comissão Europeia a versão final do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e, segundo o Primeiro-Ministro, António Costa, “foi o primeiro Estado-membro a apresentar o documento”. O PRR vai valorizar o desenvolvimento das respostas sociais, pelo que será uma oportunidade para o setor da Economia Social, do qual faz parte o Movimento Mutualista, de se desenvolver e modernizar, apresentando candidatura a financiamento.
Aliás, é nesse sentido que a União das Mutualidades Portugueses, prevendo o interesse do plano para Portugal e para as mutualidades, decidiu dedicar a 1ª edição das Jornadas Mutualistas de 2021 – marcadas para 3 de maio a 2 de junho – precisamente ao “Plano de Recuperação e Resiliência”. Nestas jornadas, desenhadas em modelo de formação-ação, as associações terão a oportunidade de perceber a que projetos se podem candidatar e como se prepararem para o momento da apresentação das candidaturas.
António Costa assegura que o PRR “tem objetivos concretos”, que passam, no que área Social diz respeito, por “combater as vulnerabilidades sociais, concluir as redes de cuidados continuados integrados e paliativos, executar o programa de saúde mental e dotar os centros de saúde de meios complementares de diagnóstico”.
Portugal quer, igualmente, “garantir 26.000 habitações às famílias que não têm habitação condigna”, bem como “garantir novas respostas sociais aos idosos e combater a pobreza”.




