O Fórum Consultivo da Estratégia Nacional de Combate à Pobreza (ENCP), de que a UMP faz parte, reuniu-se, pela terceira vez, na última semana, no Auditório do Instituto da Segurança Social, em Lisboa. Durante o encontro, foi apresentado o balanço das atividades desenvolvidas pela Comissão Nacional da ENCP ao longo de 2024 e no primeiro trimestre de 2025, bem como delineadas as principais ações para o futuro.
O Fórum Consultivo (FC) da Estratégia Nacional de Combate à Pobreza (ENCP) reuniu-se, pela terceira vez, na última semana, no Auditório do Instituto da Segurança Social (ISS, IP), em Lisboa. Durante o encontro, foi apresentado o balanço das atividades desenvolvidas pela Comissão Nacional da ENCP ao longo de 2024 e no primeiro trimestre de 2025, bem como delineadas as principais ações para o futuro.
A reunião contou com a participação de representantes de 15 entidades, entre as quais a União das Mutualidades Portuguesas, e de cinco especialistas na área do combate à pobreza, além da presença da equipa do CoLABOR. O encontro proporcionou um espaço de reflexão e discussão sobre os desafios e avanços na implementação da Estratégia Nacional de Combate à Pobreza, reforçando o compromisso das entidades envolvidas.
Entre os temas abordados, destacou-se o planeamento das atividades de monitorização e avaliação participativa para 2025. Neste âmbito, foram anunciadas a realização de Fóruns Participativos Temáticos e o lançamento de um questionário destinado ao mapeamento de projetos e estudos conduzidos pelas entidades do Fórum Consultivo, contribuindo para uma abordagem mais integrada e informada no combate à pobreza.
A equipa do CoLABOR apresentou os avanços no estudo sobre a construção participativa da teoria da mudança da ENCP, uma iniciativa que visa melhorar o sistema de monitorização do Plano de Ação da Estratégia e apoiar o desenvolvimento da sua avaliação intermédia. Este trabalho pretende garantir uma implementação mais eficaz e alinhada com as necessidades reais da população.
A terceira reunião do Fórum Consultivo reforçou a importância da participação ativa de todas as entidades envolvidas, promovendo um debate construtivo e um compromisso conjunto na luta contra a pobreza em Portugal.




