Convenção Nacional da Saúde reuniu mais de 90 entidades que atuam na área da saúde em Portugal

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Nos dias 7 e 8 de junho, mais de 1.200 participantes estiveram reunidos em Lisboa – em torno de 2 conferências e 9 debates temáticos – para debater o futuro do Serviço Nacional de Saúde e do Sistema de Saúde em Portugal.

O Conselho Superior – no qual a União das Mutualidades Portuguesas é membro efetivo – os oradores, os comentadores e todos os participantes da Convenção Nacional da Saúde estabeleceram um consenso histórico e definiram as prioridades que integram a Agenda da Saúde para a próxima década, designadamente: aumentar o financiamento da Saúde, acabar com as desigualdades sociais, garantir a qualidade dos cuidados de Saúde, valorizar as carreiras profissionais e apostar na inovação. Estes são, portanto, os pilares fundamentais para o desenvolvimento de um Sistema de Saúde que responda aos cidadãos de forma adequada, equitativa, com qualidade e sustentável.

Conforme refere o Presidente da Comissão Organizadora da Convenção Nacional da Saúde, Eurico Castro Alves, “o trabalho não acabou no dia 8 de junho. O objetivo agora é acompanhar, regularmente, se as recomendações têm provimento dos decisores políticos e demais agentes da Saúde. A Convenção Nacional da Saúde tem uma prospetiva para a próxima década e, neste sentido, vamos continuar a procurar e alinhar pontos comuns, contribuindo para a definição de um novo rumo para a Saúde em Portugal”.

Recorde-se que o Presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva, integrou o painel de comentadores da conferência “Público. Privado. Social: a complementaridade do Sistema de Saúde como um ganho para o utente”, onde garantiu que “as Associações Mutualistas que prosseguem fins de saúde, enquanto entidades que não visam o lucro, querem contribuir para possibilitar o acesso de todos os cidadãos aos melhores cuidados de Saúde e pugnar por um Sistema de Saúde adequado às necessidades dos portugueses”.

A propósito do tema, o Presidente da entidade que representa o Movimento Mutualista português realçou a experiência das Associações Mutualistas na prestação de serviços de saúde de qualidade bem como a sua capacidade de “com humanismo, darem resposta às situações de urgência social”.

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