O impacto da atual crise pandémica é inegável para onde quer que olhemos. Mas, mais de um ano após o surgimento da covid-19 e das mudanças a que esta obrigou, “Portugal resiste”. E, por isso mesmo, é este o lema da 12ª edição do Prémio Manuel António da Mota, que pretende distinguir projetos nos campos do combate à pobreza e exclusão social, saúde, educação, emprego, apoio à família, inovação e empreendedorismo social, inclusão e transição digital e tecnológica e transição climática. As candidaturas estão a decorrer até 30 de junho.
Podem candidatar-se instituições, com sede em Portugal, que desenvolvam projetos em território nacional com uma real repercussão face à pandemia nos referidos domínios. Serão admitidas pessoas coletivas de direito privado sem fins lucrativos – como IPSS, associações mutualistas, fundações, cooperativas, ONGs ou outras entidades do setor da economia social – e ainda pessoas coletivas de direito público de âmbito nacional, regional ou local – nomeadamente autarquias, estabelecimentos de ensino básico, secundário ou superior, estruturas de saúde públicas, centros de estudo e investigação ou outros organismos públicos.
A candidatura vencedora receberá um prémio no valor de 50.000€. Já a segunda e terceira classificadas arrecadarão a quantia de 25.000 euros e 10.000 euros, respetivamente. Além disso, serão atribuídas menções honrosas a outras sete candidaturas no valor de 5.000 euros.
Para se habilitar à distinção, deverá preencher o formulário disponível no site da Fundação Manuel António da Mota.




