Como pode o mutualismo contribuir para o combate à pobreza em São Tomé e Príncipe? Será este o ponto de partida da conferência internacional “O papel da proteção social complementar para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em São Tomé e Príncipe: o caso do mutualismo”, organizada pela União das Mutualidades Portuguesas. O evento, que irá ocupar o Hotel Pestana São Tomé, em São Tomé e Príncipe, está agendado para 31 de maio, às 08h30.
Atendendo ao apelo de várias agências internacionais para a relevância da proteção social no combate à pobreza, a conferência, dividida em três painéis ao longo do dia, visa discutir as potencialidades do mutualismo no desenvolvimento de novas soluções adequadas às necessidades dos cidadãos e das famílias.
Para o debate, são chamadas várias personalidades de relevo, nomeadamente Jurdalene Henriques, Diretora da Proteção Social, Solidariedade e Família, Peregrino do Sacramento da Costa, Reitor da Universidade de São Tomé e Príncipe, Catarina Marcelino, Vice-Presidente do Instituto de Segurança Social, Joana Pereira, Investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade NOVA de Lisboa, ou Carlos Vila Nova, Presidente da República de São Tomé e Príncipe.
Estes oradores colocarão em cima da mesa questões pertinentes, como a complementaridade das respostas sociais e diferentes modalidades de benefícios – desde pensões de reforma ou invalidez a assistência médica, enfermagem e medicamentosa – com a ação estatal, enquanto modelo de previdência e proteção social sustentável.
A conferência, co-financiada pelo Camões, IP, é organizada pela UMP, em parceria com o Instituto de História Contemporânea da Universidade de Lisboa, A Mutualidade de Santa Maria – Associação Mutualista, a Universidade de São Tomé e Príncipe e a Federação das Organizações Não Governamentais de São Tomé e Príncipe.




