Embalada pelas comemorações dos 720 anos de história de Mutualismo em Portugal, que tiveram lugar no dia 8 de julho no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, a nova edição da Chama Mutualista deu início ao novo percurso com a entrega à Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Bejenses, a mesma que há 720 anos deu início ao já secular Movimento Mutualista português. A Chama Mutualista saiu do Porto, rumo ao Alentejo, a primeira paragem de uma nova e longa viagem Mutualista pelo país, numa representação clara de união, que pretende materializar os fortes laços do Movimento Mutualista.
Recorde-se que esta iniciativa remonta a 22 de outubro de 2016, dia em que a Chama foi oficialmente acesa pelo Presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades, Luís Alberto Silva, no decorrer do V Encontro Nacional de Dirigentes Mutualistas, em Coimbra. “Que a Chama simbolize a força, vitalidade e coesão do movimento”, disse-se no Encontro Nacional de Dirigentes Mutualistas ao iluminar a Chama pela primeira vez, numa frase marcante e que deixava bem claro o objetivo da iniciativa e a sua importância para a fomentação do sentimento de união, que é fundamental para o Movimento Mutualista Português. Agora, e após uma primeira edição muito bem-sucedida, a Chama partirá rumo a uma nova viagem, ainda que seguindo um percurso diferente.
“A primeira edição foi um sucesso, pelo que decidimos avançar com uma segunda edição desta iniciativa. Desta feita, a Chama contemplará um percurso diferente, iniciando por aquela mutualidade que historicamente marcou a origem do mutualismo em Portugal, a 8 de julho de 1297, até porque o simbolismo que a Associação bejense tem é demonstrativo do caráter secular do Movimento”, referiu Luís Alberto Silva.
Saiba mais no website oficial da Chama Mutualista.




